BRASIL PLANEJADO: REVOLUÇÃO NA INFRAESTRUTURA NACIONAL A CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZOS

BRASIL PLANEJADO: REVOLUÇÃO NA INFRAESTRUTURA NACIONAL A CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZOS

A modernização da frota de cabotagem marítima nacional, visando o barateamento do transporte entre portos nacionais; a readequação e atualização tecnológica dos principais portos brasileiros, visando duplicar em 4 (quatro) anos nossas exportações; prosseguimento acelerado da obras já licitadas dos aeroportos, pois o futuro do país está na capacidade de crescimento desse importante setor em matéria de transporte de carga e passageiros; o modal ferroviário deve ter prioridade, que pretende implantar ferrovias de norte a sul do país, inclusive o  trem bala RIO – São Paulo – Curitiba – Belo Horizonte – Porto Alegre e Brasília interligando o Centro-Oeste e cidades do Nordeste brasileiro. O Aerotrem/Monotrilho dentro das cidades também será privilegiado nas principais metrópoles brasileiras, entendendo-se, que o metrô por ter custo elevado no valor da implantação possuí limites orçamentários insuperáveis.  Sendo assim, a mobilidade urbana deverá ser realizada, via de regra, com os Aerotrens e Monotrilhos muito mais baratos e rápidos na construção para servir a grande população urbana do Brasil. Quanto às rodovias, dar-se-á curso a rede nacional, expandindo-se e concedendo-se á iniciativa privada novas oportunidades de explorá-las com pedágios mais acessíveis a população.  Dar-se-á especial atenção ao transporte de carga com o reasfaltamento de toda a malha rodoviária nacional. Os serviços de comunicações terão ênfase na interação cada vez maior entre o poder público concedente e o setor privado, que deverá reduzir drasticamente os valores cobrados do consumidor usuário na melhoria dos serviços prestados, inclusive a universalização da banda-larga em todo o país.

A capacidade da energia deverá ser ampliada com o aproveitamento da capacidade total do potencial hídrico amazônico e a implantação de pelo menos 10 (dez) novas usinas atômicas, espalhadas de norte a sul do país. Dever-se-á, também, avançar no aproveitamento das energias solar e eólica, que deverão ser incrementadas e barateadas para que se tornem acessíveis, inclusive, reduzindo-lhes seus impostos afim de viabilizá-las no pais.

Quanto às energias renováveis, o Brasil deverá cada vez mais expandir-lhes, com incentivos no custeio e renovação tecnológica e o gás e o petróleo deverão seguir sendo nossa maior prioridade afim de conseguirmos a autossuficiência enérgica  definitiva. Para tal será fundamental uma ampla reforma nos quadros diretivos da Petrobras e o saneamento de suas finanças, inclusive a reprogramação e reestruturação dos negócios da respectivas refinarias de petróleo no Brasil e no exterior. Quanto ao pré-sal, deverá ser incrementado ao máximo, afim de gerar divisas para o pais, no prazo mais curto possível com novas parcerias com empresas de petróleo internacionais.

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