MINHA PRIORIDADE NÚMERO 1 SERÁ FAZER  UMA AUDITORIA COMPLETA NESTES  TRILHÕES QUE O BRASIL  DEVE AOS BANCOS,  AFIRMA LEVY FIDELIX.

LEVY FIDELIX É ENTREVISTADO POR KIM KATAGUIRI, DO MBL, E ARTUR DO VAL, DO CANAL “MAMÃEFALEI”

Teste do Sofá ep. 32 | Levy Fidelix – O Homem do Aerotrem

 

O PRESIDENCIÁVEL DO PRTB LEVY FIDELIX ABRE O JOGO SOBRE COMO A DIREITA CONCENTRADA VAI GANHAR AS ELEIÇÕES DE 2018

Live inédito de Leudo Costa com Levy Fidelix e Brigadeiro Atila Maia

 

Levy Fidelix na Radio Caruaru

LEVY FIDELIX DÁ UM SHOW DE ECONOMIA E FALA COMO VAI SALVAR O BRASIL DOS BANQUEIROS E BANDIDOS DO PODER.

 

EM ENTREVISTA AO METRÓPOLES, PRÉ-CANDIDATO AO PLANALTO PELO PRTB DISPARA CONTRA OS GOVERNOS RECENTES.

“CHEIO DE BANDIDOS”, DIZ LEVY FIDELIX SOBRE MINISTÉRIO DE MICHEL TEMER

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Mineiro de Mutum e radicado em São Paulo (SP), o empresário Levy Fidelix (PRTB) tenta conquistar o Palácio do Planalto desde 2010, quando estreou na corrida presidencial em seu partido, considerado “nanico” se comparado às legendas tradicionais. Sem tempo de rádio e TV, ganhou projeção após polemizar, durante debate na TV Record, que “aparelho excretor não reproduz”. A frase foi proferida em resposta ao questionamento da então candidata do PSol, Luciana Genro, sobre união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Taxado de homofóbico, Fidelix tenta desconstruir a pecha conquistada ao afirmar ter sido “ponto fora de curva”, mas que resultou em enxurrada de ações judiciais protocoladas contra o político: oito no total, todas já encerradas. Apesar disso, ainda tenta reparar a gafe. “Cada um faça do seu corpo o que quiser, só não podem me obrigar a tal”, diz, ao acreditar que o mal-entendido foi desfeito: “Ando Brasil afora, ninguém me joga tomatada, tiro selfie com todo mundo”, disse, em entrevista aoMetrópoles.

A reconstrução da imagem tem um objetivo: o pré-candidato ao Planalto tentará mais uma vez concorrer ao cargo, mas desta vez acredita que com mais competitividade, graças – segundo ele – à reforma política aprovada recentemente no Congresso Nacional. Autoproclamado integrante do centro-direita, ele reconhece semelhanças ao discurso do também pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL), a quem inclusive não descarta estar ao lado em eventuais cenários, mas sem deixar o tom de crítica ao ainda adversário: “Bolsonaro terceiriza o discurso”, pontua.

Entretanto, adota o radicalismo do militar, principalmente quando o assunto é liberação do porte de armas para o cidadão comum e a criação de medidas mais drásticas especificamente contra a população carcerária de alta periculosidade, a quem sugere o isolamento em ilhas desertas, em navios-penitenciárias, mesmo como figura de retórica. “Os tubarões ficarão tomando conta deles”, brinca. Outra solução apontada por Fidelix para melhorar o sistema penitenciário seria a construção de presídios agrícolas, onde a metade da produção seria destinada às famílias dos internos e outra parte para custear os gastos do Estado.

Impeachment de Dilma
Fidelix critica as recentes solturas de envolvidos em investigações da Polícia Federal, como a Lava Jato, e, por isso, defende a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Tem que responder pelo que cometeu”, sentenciou. Sobre ter apoiado em 2010 a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), disse não se arrepender, mas avaliou como necessário o processo de impeachment contra a petista.

Apesar disso, reclama também do governo de Michel Temer (MDB), a quem acusa de manter um ministério “cheio de bandidos”. “Alguns tem o manto de ser ministro para ter o foro privilegiado, como é o caso do Moreira Franco”. Mesmo com a reconhecida força imputada ao MDB, Levy Fidelix disse descartar completamente qualquer chance de aproximação com integrantes do atual governo em troca de apoio político. “Não preciso desses que aí estão. O povo e o Moro vão cuidar deles”, previu.

Para reforçar o próprio palanque, o aspirante a presidente da República acredita que atrairá outras legendas consideradas pequenas para que, juntos, consigam ultrapassar a chamada “cláusula de barreira”, regra da legislação eleitoral que restringe existência de partidos que não alcançarem percentual de votos.

A esperada aliança, segundo ele, fortalecerá o projeto político do PRTB que, entre outras plataformas, defende a criação do “aerotrem” (sistema de mobilização que fica suspensa, sem atrapalhar fluxos de rodovias) e rechaça o sistema monetarista, com incentivos para o aumento da produtividade como solução econômica.

Críticas a Rollemberg
No Distrito Federal, onde o candidato espera ter uma boa nominata de apoio, o pré-candidato lançou a chapa ao Palácio do Buriti composta pelo advogado Guilherme Trotta e pelo militar Luiz Coimbra. Ambos integram o projeto da sigla comandada por Fidelix para ocupar espaços nas mais diversas esferas de poder. “Vamos fazer de 15 a 20 deputados federais e dois governadores”, acredita.

Sobre o desempenho de Rodrigo Rollemberg (PSB) no comando do DF, a opinião foi curta e enfática: “péssimo”. Na visão dele, além de não ter vocação, o socialista administra mal os recursos da cidade. “Faz pouco, gerencia mal, a máquina é perdulária e sem criatividade. Tem até viaduto caindo”, dispara.

Com informações do site “Metropole” em https://www.metropoles.com/…/cheio-de-bandidos-diz-levy-fid…

 

Levy concede exclusiva para o Amazon Play

EM ENTREVISTA AO AMAZON PLAY, O PRESIDENCIÁVEL LEVY FIDELIX ESCULACHA FHC E POLÍTICA MONETARISTA DE MEIRELLES.

PRÉ-CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PELO PRTB CONCEDE ENTREVISTA EXCLUSIVA AO PORTAL A CRÍTICA.