PLANO NACIONAL DE SAÚDE BRASILEIRA (PLANASB) PARA AUXILIAR A POPULAÇÃO E AJUDAR NO DIAGNÓTICO PRECOCE DA DOENÇA

Um diagnóstico precoce pode salvar a sua vida. Previna-se! O que os olhos não vem, a medicina não pode curar.

Plano Nacional de Saúde Brasileira: PLANASB
Com ele, nós vamos suprir o SUS, vamos ampliar o SUS. Eu quero que no futuro nós possamos, inclusive, atender as pessoas através da rede privada. Não apenas a pública.
O que nós temos que realmente dotar na saúde são maiores e melhores investimentos. Hoje da ordem de R$ 105 bilhões, nós teríamos que dobrar esse investimento. Para tal, falo uma vez mais, temos que ampliar a arrecadação e reduzir os juros pagos. Os juros pagos é que têm sido o grande dreno, que tem tirado do social. Paga-se hoje R$ 250 bilhões só de juros, e investir na saúde R$ 105 bilhões significa muito pouco inteligente para o social esse investimento que temos feito para os bancos que são os grandes predadores do social para mim. Com o Planasb, que é um plano de saúde para os brasileiros, nós podemos voltar como o antigo Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social (Inamps) como se pagava, também não apenas tínhamos as santas casas de Misericórdia, como hoje. Muitas vezes as ONGs podem ter hospitais beneficentes. Nós temos que ter também a eficiência da área privada funcionando também para atender a ampla população brasileira, que está nas filas do dia a dia para marcar consultas que levam seis meses, uma operação cirúrgica. Teríamos outros instrumentos relativamente pouco conhecidos, mas tão eficiente para atendimento rápido que seria usarmos os motomédicos, ou seja, levarmos em casa o médico. Isso encurtaria muitas ações que se faz, você pode ir em casa resolver situações triviais de pressão, evita-se depois um infarto lá na frente, uma pressão alta. Os motorremédios entregando remédio em casa, tudo é questão de logística. E ampliar a nossa frota de ambulâncias no Brasil com mais macas. Temos casos aí em que a ambulância leva o paciente para o hospital com a maca e não sai de lá enquanto não liberar a maca. E se liberar a maca dois dias depois, como que fica? A questão de perda em remédio. Perdemos muito comprando remédios desnecessários e muitos perdem a validade. Outra coisa: isentar remédios de impostos. Reduzir impostos de remédio, colocar o remédio mais acessível à população. Sendo mais acessível, teremos uma população mais sadia, mais medicada. Isso é fundamental. São com todas essas coisas que nós enfrentaremos os gargalos da saúde no Brasil. São medidas profundas e acima de tudo valorizarmos o jovem que está se formando. Dar a ele dois anos de residência mínima no interior. Não vai para as capitais, vai para o interior. Formou vai para o interior é como se fosse uma conscrição, ou seja, como é no Exército, obrigado a servir, também o aluno que se forma, seja na área privada ou pública. E termos um piso decente. Hoje, as associações médicas e sindicatos sugerem R$ 10.700, basicamente o que se paga para trazer essa ampla gama de médicos do exterior. E daríamos emprego para os brasileiros e não aos estrangeiros.