VAMOS MUDAR O MODELO DE DESENVOLVIMENTO NACIONAL DO ATUAL “BANCÁRIO-FINANCEIRO” PARA O DA “PRODUÇÃO E DA PRODUTIVIDADE”.

O Brasil há décadas escolheu o “mercado” como padrão para seu desenvolvimento, onde o setor bancário-financeiro sempre foi o mais privilegiado, em detrimento dos setores produtivos (indústria, comércio, agricultura e serviços), provocando graves arritmias no seu desenvolvimentoeconômico e social.
Defendo a inversão dessa ótica perversa do atual modelo de desenvolvimento nacional, cujo objetivo primeiro será uma ampla reforma financeiro-tributária, onde os segmentos especulativos, que exploram a indústria dos juros altos em nosso país sejam obrigados a reduzir sua ganância e sobretaxados nos seus lucros, visando proporcionar um maior equilíbrio nos resultados do PIB Nacional, ou seja, do Produto Interno Bruto do Brasil, onde o setor bancário-financeiro avançou tanto nos últimos anos, que hoje alcança mais de 20% (vinte por cento) da participação total, um contrassenso, sem dúvida.
Quero tratar os setores produtivos, que geram emprego e renda como a indústria, o comércio, a agricultura e os mais amplos setores de serviços e tecnologia com o respeito que merecem, reduzindo-lhes a sua pesada carga tributária, hoje da ordem de 40% (quarenta por cento) anuais e proporcionando-lhes menos burocracia e menos intervencionismo por parte do estado a nível federal, estadual e municipal para poderem funcionar com maior liberdade e produzirem mais e melhor, bem como, gerar incentivos fiscais, que lhes proporcionem maior competitividade no mercado interno assim como no mercado internacional.
Sugiro também colocar no Banco Central, um industrial e no Ministério da Indústria e Comércio, um banqueiro, para que conheça melhor as agruras de como é difícil produzir com toda sorte de risco e alta tributação e ainda gerar emprego e renda.